top of page

AIDA DE ALMEIDA: A professora com uma risada encantadora que começaria tudo de novo!

  • Foto do escritor: Aline Veroneze
    Aline Veroneze
  • 25 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Sabe bem ler boas histórias!


Estar todos os dias em sala de aula é, como diz ela, uma missão. Além de lidar com as peculiaridades de cada criança: sua personalidade, história familiar, habilidades e dificuldades, precisa enfrentar falta de estrutura, mudanças constantes de local de trabalho e outros desafios. Aida de Almeida reformou-se mas continua em contato com as crianças e seu relato mostra a docência como vocação.


Em meados da década de 70 Aida de Almeida Correia tinah dois caminhos a seguir: ir trabalhar em uma agência bancária ou seguir para o curso de professora. Escolheu o diploma e logo descobriu que a desejada independência estaria bem longe de casa.



Entre as muitas escolas em que esteve, as condições não eram as ideais. No inteiror do país, não havia estrutura nas escolas e nem para acesso. Ir e vir tornou-se uma aventura. Assim, Aida e suas colegas de profissão contavam sempre com o apoio da comunidade local:


Estávamos sempre de boleia com o padeiro, o peixeiro, quem quer que passasse por ali.

Entre uma gargalhada e outra, Aida conta que até para tomar um café havia sacrifícios.



O Nem1SemProfessor perguntou à professora Aida quais as alegrias que teve nessa jornada. A resposta incluiu histórias delicadas de gentileza e de encanto com as descobertas dos miúdos, como a de um casal de irmãos muito pobres e negliegenciados, a quem os professores viram provar o primeiro iogurte e fazer o primeiro passeio.



Em muitos contextos diferentes, os adultos mostraram-se essenciais ao trabalho da professora, por fazerem sua tarefa de casa: dar o exemplo em ensinar o respeito que a profissão merece.



Depois de tanta correria, mudanças e egitação em décadas de atividade profissional, chegou a reforma. Aida não conseguiu estar longe das crianças. Em especial as que mais precisam de um olhar atento e carinhoso. Sua opção em se voluntariar criou polêmica entre algumas colegas, mas é o caminho que lhe tocou o coração:



Quando pergutamos se ela teria feito escolhas diferentes, a resposta vem direta:


Escolheria ser professora de novo e de novo. Com o bom e com mal. É o que sou.

Essa matéria é a primeira de uma série de entrevistas com professores. Se quiser participar ou indicar um professor ou professora, escreva-nos. O Nem1SemProfessor é um observatório que tem como objetivo a comunicação positiva em prol da docência e sua consequente valorização.



Siga o #Nem1SemProfessor no Facebook. Participe por compartilhar com outros educadores ou mande sua sugestão de alguma ação que conhece.

Também pode assinar nossa newsletter para não perder nenhum novo conteúdo.


Ao usar esse conteúdo, cite a fonte. Essa plataforma é parte da investigação “Nas redes pela educação: comunicação estratégica a serviço da cidadania”, financiado por fundos da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da República Portuguesa., no âmbito do projeto 2023.01746.BD



Comentários


nem1semprofessor

Esse Observatório faz parte uma ação que integra uma investigação científica e os dados estão abertos ao acesso com licença CCBY 4.0®, Ao reproduzir, cite a fonte.

bottom of page